Se tem uma pergunta que toda empresa precisa responder em algum momento da trajetória é: o que acontece quando seus fundadores não estiverem mais aqui?
Ficar preso à fase pioneira, onde decisões, visões e prioridades dependem de poucas cabeças, é um dos maiores riscos ao crescimento de qualquer marca. Na Incomum, por exemplo, decidimos refletir sobre essa provocação e construímos uma cultura onde o protagonismo é compartilhado. Acreditamos que o futuro de uma organização é uma estrutura que se sustenta diariamente por muitas mãos.
Uma empresa de protagonistas
Em 2020, diante de um dos maiores desafios do nosso tempo — a pandemia —, voltamos o olhar para dentro. Com a parceria da Laborama e da Travessia, redesenhamos estruturas, criamos lideranças e traçamos uma jornada de crescimento real. Queríamos estimular mais o protagonismo e a autonomia, preparando o futuro e valorizando quem cuida do presente.
Conheça os novos sócios da Incomum
Os quatro sócios, Ana, Cuca, Stela e Gigi, sempre souberam que a Incomum não poderia depender apenas deles.
Com essa convicção, abrir a sociedade não foi um movimento distante de expansão, mas um ato de reconhecimento a quem constrói o negócio todos os dias. Como destaca Stela, sócia-fundadora:
“Convidamos os primeiros sócios como reconhecimento ao talento e à importância que eles têm hoje para a organização.”
Então, agora, a Incomum tem nove sócios. Cada um deles representa um tipo de cuidado que faz a Incomum ser o que é.

Joice é o equilíbrio entre o olhar técnico e o olhar humano. Com o tempo, transformou o talento em design em uma força de liderança admirável. Hoje, enxerga a agência como um todo, com visão crítica, estratégica e sensível.

Maurício, nosso diretor de criação, é quem dá forma ao inesperado. Nada sai da Incomum sem o seu olhar, mas o que o torna especial é o modo como ele conduz a equipe: com direção firme, mas sempre estimulando a autonomia e o senso crítico de cada um.

Jordana é a maestra da casa. Multiespecialista, abrangente, precisa. Mas, mais do que as habilidades técnicas, são as comportamentais que a tornam essencial: está sempre disposta a ajudar, resolver e inspirar, com serenidade e competência em igual medida.

Cleusa sempre teve a confiança absoluta dos sócios. Cuida do dinheiro da agência como se fosse dela. Sempre foi do jeito mais importante possível: cuidando das pessoas antes dos números.

Marga é a funcionária mais antiga da Incomum. Referência técnica, inspiração constante e especialista. Ela é a “mãezona” dos diretores de arte. E, mesmo sem desejar liderar pessoas, inspira pelo exemplo, pelo domínio e pela generosidade com que compartilha conhecimento.
O legado deve continuar
Empresas duradouras não são as que protegem o protagonismo dos fundadores, mas as que sabem quando compartilhá-lo. Legado não é o que uma geração deixa para a próxima, mas o que constroem juntos. Essa é a maior prova de maturidade: quando o futuro deixa de depender de poucos e passa a ser responsabilidade de muitos.
Há anos a Incomum vem desenvolvendo seus próprios passos de crescimento de uma forma estruturada. Um movimento que acontece tanto internamente, direto na nossa cultura, quanto externamente, se refletindo em entregas para o mercado.
O Norteio e o Holograma são frutos desse duplo movimento. São produtos que nascem do nosso amadurecimento interno e, sobretudo, das necessidades estratégicas de gestão de marcas e de comunicação do mercado imobiliário.
É assim que transformamos o aprendizado de quase 30 anos em estratégia — garantindo a perenidade da Incomum e impulsionando a evolução das marcas que caminham ao nosso lado.