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Postado em 01 de Setembro de 2020 às 11h40

DE MÃOS DADAS NA PANDEMIA: O DIGITAL E O MERCADO IMOBILIÁRIO

Conteúdo (124)

O trabalho comercial de corretagem de imóveis sempre foi extremamente pessoal.

Com o passar do tempo, estratégias digitais de captação de leads, impulsionadas ou não por inbound marketing entraram em campo.

Elas complementaram a entrada de interessados, mas as etapas de tomada de decisão e fechamento ainda necessitam, em sua imensa maioria, de um trato acolhedor e humano.

Ninguém compra uma casa para morar com a família, um apartamento para iniciar uma vida nova, um imóvel comercial para seu negócio — e mesmo se a opção for aluguel — sem conferir de perto, visitar, conversar com alguém de carne e osso que lhe dê mais informações e segurança.

Apesar de existirem casos e já ser tendência, o padrão online está longe dos 100%.

Na pandemia o mercado entrou em crise?

Engana-se quem acha que o distanciamento social fez mercado entrar em um momento de escassez.

As experiências que estamos tendo com os clientes da Agência Incomum mostram que nunca se valorizou tanto morar bem e como processos seja de compra e venda ou aluguel, podem ser facilitados no ambiente virtual. Um exemplo disso é a Carasão Imóvies, que tem um processo de locação 100% digital, inclusive com visitas por vídeo.

Quem estiver passando por período de baixa talvez não esteja fazendo um bom trabalho de vendas ou pode estar oferecendo um produto adequado.

O online abrange mais frentes hoje e se mostra como ferramenta crucial para bons resultados.

CAMPANHAS E LANÇAMENTOS NÃO REDUZIRAM O RITMO

Como toda crise é catalisadora de tendências, a pandemia intensificou e inovou nas ações digitais.

E elas não ficaram restritas apenas ao funil de vendas.

Os eventos imobiliários precisaram se ajustar às novas necessidades de distanciamento social e agora são feitos através de telas.

Idealiza Verticais (que atua em Pelotas) e Maralto Urbanismo (que atua em Rio Grande) são exemplos de clientes nossos que apostaram de cabeça no formato.

Os modelos são diversos e ainda estão sendo testados pelo mundo.

Há quem faça convenções de lançamento de produtos, ou mesmo eventos restritos de relacionamento entre clientes e prospects, por webinars e teleconferências pelo Zoom. Os mais tecnológicos, e com as maiores verbas, já estão se valendo de plataformas imersivas em 3D, criando ambientes inteiros que imitam os espaços reais de encontro, onde cada corretor entra com seu avatar e se relaciona com os demais, assistindo a apresentação do produto em uma plenária virtual. Todas essas opções carecem de um mínimo de suporte profissional que garanta bons som, luz e estabilidade de conexão. Mas dá pra fazer coisas muito legais, como campanhas promocionais, usando apenas o seu celular e o recurso de live do Instagram. Tem acontecido assim.

Abaixo um exemplo de um lançamento que organizamos, via um plataforma específica, em que cada corretor entrava como um avatar no mesmo ambiente da convenção de lançamento

  • Incomum Comunicação Estratégica -

O DIGITAL VAI DOMINAR O MERCADO?

Definitivamente, o mundo não vai se transformar nisso depois que a pandemia.

As relações tête-à-tête são e continuam sendo essenciais ao ser humano.

Principalmente, levando em consideração que uma forte tendência sempre trás como rebote uma contratendência — estamos mais carentes de contato físico agora: um aperto de mão, uma conversa olhando nos olhos, um abraço de afeto.

Um modelo híbrido deve prevalecer, onde a imersão intensa que estamos tendo agora ajudará a sermos mais seguros na execução e no entendimento de quando as ações digitais devem ter espaço — e, claro, haverá.

Quando usar uma ou outra, o bom-senso e a intuição é que irão dizer.

E quando o assunto é intuição, os seres humanos continuarão sendo os melhores.

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