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Postado em 27 de Maio às 14h22

Sua empresa possui um Plano de Voo?

Conteúdo (113)

Uma metodologia para guiar a sua marca.              

O planejamento estratégico é uma excelente ferramenta. Mas, além de exigir um grande investimento financeiro, necessita de muito envolvimento e disciplina da equipe. Todos nós conhecemos diversas empresas que dizem ter planejamento estratégico, só que, de fato, o deixam hibernando em uma gaveta. Meu conselho para todos é que o tenham, mas, mais importante que isso, o executem! Caso contrário, deixem pra lá.
A Incomum sempre clamou por orientações de seus clientes sobre suas identidades, seus propósitos e personalidades. Afinal, a comunicação, assim como as ações de fato das empresas, é uma potente arma para promover a marca. Cada atitude, cada mensagem divulgada é como um tijolinho na construção de um grande muro que é a imagem institucional. Porém, se ambas não estiverem alinhadas, é como se os tijolos estivessem sendo mal assentados. Em determinada altura, por mais tradicional que seja a empresa, o muro cai de tão frágil. Percebendo que o planejamento estratégico é subaproveitado, ou mesmo não utilizado, e sentindo necessidade que o trabalho de divulgação de seus clientes colaborasse para a construção de uma imagem forte e única, a Incomum desenvolveu uma metodologia própria para auxiliar as marcas a encontrarem sua essência.
 

O Plano de Voo consiste em uma série de ferramentas eficientes, já testadas e comprovadas em outros processos de trabalhos disponíveis no mercado. Elas foram compiladas pela Incomum para se tornarem um método simples de entender, instigante para aderir, convidativo para executar e eficiente para conquistar resultados.

AS 4 ETAPAS DO PLANO DE VOO

DIAGNÓSTICO

Quando os dados são coletados. Aqui se estuda a percepção dos líderes, colaboradores, cadeia produtiva, clientes, fornecedores e concorrentes sobre a empresa ou produto. É uma verdadeira sessão de terapia empresarial, na qual se ouve e se descobre o que a empresa pretendia ser, o que ela ACHA que é hoje e o que se tornou de fato. Os resultados são intensos, reveladores e estimulantes. Nesta etapa se lança mão de entrevistas pessoais, pesquisas de opinião, visitas técnicas, análise de ponto de venda e o que for necessário para assegurar a melhor radiografia possível da marca. É adaptável à realidade do projeto e do cliente.

CONCEITO

Munidos dos dados levantados na etapa de diagnóstico, agora chegou a hora de transformar as descobertas em algo palpável e autoexpressivo. Definimos os pilares conceituais da marca e verbalizamos em um slogan (ou conceito verbal) e criamos, se necessário, sua expressão visual (o logotipo). Todos têm traços únicos em sua personalidade e com as empresas não pode ser diferente. É isso que buscamos ressaltar para criar um lugarzinho para a marca dentro da cabeça (e do coração!) de seus públicos.

ROTAS

Nesta etapa, desdobramos o conceito em ações estratégicas que ajudem a reforça-lo e divulgá-lo da forma certa. É preciso prestar atenção em onde a percepção sobre ele está mais fragilizada, onde está ausente e onde o entendimento já existente pode ser útil para realimentá-la em outros públicos.

DECOLAGEM

Chegou a hora de colocar todo esse esforço inicial em prática. Agora é quando as coisas saem pra rua e acontecem! Empresas que já têm agência podem preferir realizar esta fase com elas. Para Incomum, é uma possibilidade: entregar seu estudo e orientações a um parceiro de longa data da empresa. O Plano de Voo pode servir até para salvar uma relação antiga e já desgastada entre cliente e agência. A Incomum também pode assumir a demanda, dependendo do escopo de trabalho e necessidades geográficas. É nesta fase também que são aferidos os resultados e se reavalia o rumo tomado. Tudo deve ser medido para que possa ser comprovado ou questionado. Métricas bem claras são definidas.

Em termos de percepção de marca, o Plano de Voo Incomum leva a sua, de forma mais ágil, palpável e assertiva, a um lugar em que antigamente só um planejamento estratégico com ênfase em comunicação teria chance de levar. A experiência resulta em clientes mais cientes de sua essência. Isso os habilita a criarem produtos e processos mais adequados e direcionados a seu público e propósitos, ou seja, muito mais eficientes. Os briefings nunca mais serão os mesmos e a sintonia com a agência evolui tanto que eles quase passam a ser desnecessários para a maioria das demandas de comunicação do dia a dia.

Lembrem-se: uma empresa que não sabe quem é, é uma empresa que não consegue fazer seus colaboradores compreenderem seu caminho, trabalharem por um propósito claro; é uma marca que não cativa consumidores e que não conquista fãs; é apenas uma ideia na cabeça de um só seu dono. Às vezes, nem isso.

Você já fez diagnóstico de comunicação na sua empresa? Percorreu todas essas etapas? Se tiver alguma dúvida, você pode dividir com nossa equipe, é só clicar aqui

Se você acha que ainda não está preparado para essa conversa, estude um pouco mais sobre as fases da vida das empresas e suas dores de crescimento. Para isso, acesse aqui.

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